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Mostrando postagens de Dezembro 29, 2013

MULHERES FAMOSAS E IMPORTANTES COMO SENSUAIS PIN-UPS

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Antigamente lugar de pin-up era na parede. Nos anos 40 e 50 era passatempo entre os soldados americanos pendurar (em inglês, pin-up) fotos de mulheres bonitas em seus alojamentos e que de certa forma constituíam um incentivo para as tropas. 
Para o artista gráfico americano Koren Shadmi, pin-up foi um estilo para esses anos dourados das ilustrações, quando artistas como Alberto Varges, Gil Elvgren , ou virtuoso Robert McGinnis criaram desenhos celebrando a beleza feminina de uma forma lúdica e um pouco ingênua.
O ilustrador e cartunista residente no Brooklyn que, com o passar do tempo tornou a fotografia o principal meio de “retrato”, deixando a forma romântica de criações como o desenho, para permanecer apenas como uma memória que aparece ocasionalmente no Tumblr.
Com a sua série de ilustrações “TO DIE FOR” (para morrer), Shadmi pretende reviver isso ou pelo menos dar um pouco de “ar fresco” para esse estilo. Sabendo que não fazia sentido para desenhar uma pin-up mostrando mulheres …

PAIS RECRIAM CENAS DE FILMES USANDO CAIXAS DE PAPELÃO E O FILHO BEBÊ

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Leon e Lilly Mackie não sabiam o que fazer com as caixas que sobraram da última mudança da família, que mora em Sydney, na Austrália. Foi então que surgiu uma ideia fofa e bastante criativa: o casal pegou o filho de dez meses, e começou a recriar cenas de filmes famosos usando o pequeno como protagonista e o papelão como cenário.
“Eu não sei por que, mas pensei em usar as caixas de alguma forma. Isso já tem um tempo”, disse o pai ao “Daily News Sunday”. Segundo ele, a intenção, além de se livrar das caixas, era passar mais tempo com o filho Orson.

Fonte: Portal UOL e cardboardboxoffice.com









A ARTE INUSITADA DE ELIZA BENNETT

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A britânica Eliza Bennett usa sua própria pele como uma tela de bordadoQuando a gente pensa que já viu toda a arte possível em bordado, surge a artista britânica Eliza Bennett, que se dedicou a levar essa arte de uma maneira inusitada: bordar a própria mão.

Segundo Eliza Bennet, a intenção não era criar uma obra bonita e sim falar sobre os trabalhos que geralmente são associados ao gênero feminino.




A artista britânica Eliza Bennett ganhou espaço nas redes sociais graças à sua arte inusitada. Ela usa a própria pele para fazer bordados, usando, para isso, desde os pontos mais simples até os mais complicados. A obra foi intitulada como “A woman’s work is never done” (em tradução livre, O trabalho de uma mulher nunca acaba). O objetivo da artista com o trabalho era mostrar que trabalhos geralmente associados ao gênero feminino, não são fáceis de serem realizados. Além disso, ela buscou retratar o serviço intenso e mal pago das oficinas de costura e outros serviços como limpeza, cozinha e o …