21/04/2014

Flex - A Dança

Nascida na periferia de Nova York, dança mistura balé a contorcionismo com força narrativa


Num cinema lotado em Nova York, jovens ocuparam o espaço entre a tela e a primeira fila de poltronas. Após pedir à plateia para marcar o ritmo com palmas, eles executaram movimentos quase impossíveis: levitação, contorção de ossos, expressões faciais de desenhos animados.

Entre os dez dançarinos estavam Flizzo e Jay Donn, protagonistas do documentário "Flex Is Kings", de Deidre Schoo e Michael Beach Nichols, exibido no festival New Voices in Black Cinema (novas vozes no cinema negro), no mês passado.

Atualmente o filme circula por cidades dos EUA. A versão em DVD de "Flex Is Kings" está em pré-venda no site streetdancebrooklyn.com por US$ 19,99 (cerca de R$ 49,70).

O flex é, segundo Schoo, "um estilo de vida" que envolve desde a criação de um figurino original à decisão de fazer uma tatuagem. "Eles podem ter ideias de novos movimentos tanto assistindo à vida se desdobrar no seu bairro quanto comprando um refrigerante.", diz Schoo.

Nascido nos anos 1990 na periferia do Brooklyn, onde há altos índices de pobreza e criminalidade, o flex é uma dança de rua derivada do break, mas com uma característica mais narrativa. Seus passos assemelham-se aos do balé e da dança contemporânea. Michael Jackson é sua principal influência.


Os praticantes do flex improvisam coreografias para tratar de situações tão devastadoras quanto um suicídio ou um confronto à mão armada. Nem sempre embalados pelo hip-hop ou funk, eles fazem as performances em parques e nas saídas do metrô.


Flizzo e Jay Donn, os dançarinos retratados em "Flex Is Kings", são amigos com trajetórias diferentes. Flizzo passa dificuldades para sustentar a si mesmo, à mulher e à filha recém-nascida. Já Donn usa a técnica espontânea do flex em "Pinóquio", um espetáculo adulto da Company XIV, cujos integrantes são, na maioria, brancos.

Donn viajou com a companhia para o festival de Edimburgo, na Escócia. Para o dançarino, não há diferenças entre os universos do flex e da dança contemporânea. "Não vejo o mundo a partir das cores de pele", diz Donn.

O documentário coroa o momento em que o flex chega ao grau mais maduro de profissionalização.


A competição BattleFest ocorreu pela primeira vez fora do Brooklyn e com o patrocínio de grandes empresas. O evento foi organizado em março no Harlem, a meca da cultura afro-americana em Manhattan. Seu fundador, Kareem Baptiste, planeja transformar a BattleFest em um evento internacional.




Fonte: folhaonline

Miguel Parisi, o PSHoudini, um designer de grande talento


Ficamos muito impressionados com algumas imagens feitas por PSHoudini que resolvemos pesquisar sobre ele e postar um pouco de seu trabalho em nosso blog, porém não conseguimos muitas informações. Sabemos que Miguel Parisi, ou  PSHoudini, como é conhecido no mundo da arte digital, é um desenhista brasileiro de 29 anos, nascido em Porto Alegre/RS , morando atualmente em Uberlândia/MG.

Começou a se interessar pela arte digital e a usar Photoshop quando descobriu o site Worth1000 (aproximadamente em 2010). Os anos foram passando e ele foi aprimorando cada vez mais suas habilidades.Confira aqui algumas imagens feitas por Miguel e veja mais em sua página da Deviantart.













 








 







 








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Melika Dez  e  Pauline Loctin , artistas de Montreal, se conheceram em janeiro de 2018 e decidiram combinar suas imaginações em uma colabor...